Quanto vale tua Vida ?
Quanto vale tuas alegrias ?
Vale a pena lutar por um ideal ?
Vale a pena o espetáculo da vida ?
‘ QUE ABRAM AS CORTINAS,
E APAGUEM AS LUZES
’
Acontecimentos extraordinários cercam nossas vidas
E tão cegos estamos
Para que olhos para em enxergar o caminho
Se não tens consciência de si ?
Se não tens de si próprio, o conhecimento ?
Se não sabe para que andas ...
Realidade ou ficção ?
O que vês ?
O branco que tu vê é o mesmo que eu enxergo ?
As vezes parecemos tão reais e tão verdadeiros
Somos por vezes a falsidade de nosso consciente
E o vão de nossa existência
Os nossos sentidos nos levam a crer que vivemos em uma
realidade
Nos leva a crer também que a humanidade é uma mentira de
Deus
É tão fácil se culpar,
é tão fácil culpar Lúcifer,
e é tão fácil culpar a Deus
Estamos a beira do masoquismo
Estamos a beira do cume
que criamos de nossos costumes, com nossas palavras
com nossos olhares, com o nosso ego.
Afinal de contas onde está você ?
Afinal de contas, qual o propósito de piscar ?
Trabalhar para quê ?
Comer para quê ?
Amar, por quê ?
Matar para quê ?
Vegetar para quê ?
Odiar, por quê ?
Pra que jogar-se numa paixão ?
Pra que jogar-se na angustia numa escuridão ?
Vivemos apedrejando fatos alheios
Apedrejando atitudes de um semelhante
Vivemos apedrejando nossas vidas
Nos culpamos por estarmos só
Nos culpamos por sofrer, o que o outro nos causou
Aprendemos de tudo
E erramos ...
Após as cortinas estarem abertas
Ande sem medo do escuro
Procure a realidade
Ou pelo menos, desenhe em sua mente
E que os jogos comecem ...