quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E que os "Jogos" comecem ...


Quanto vale tua Vida ?
Quanto vale tuas alegrias ?
Vale a pena lutar por um ideal ?
Vale a pena o espetáculo da vida ?

‘ QUE  ABRAM  AS  CORTINAS,
E  APAGUEM  AS  LUZES ’

Acontecimentos extraordinários cercam nossas vidas
E tão cegos estamos
Para que olhos para em enxergar o caminho
Se não tens consciência de si ?
Se não tens de si próprio, o conhecimento ?
Se não sabe para que andas ...

Realidade ou ficção ?
O que vês ?
O branco que tu vê é o mesmo que eu enxergo ?

As vezes parecemos tão reais e tão verdadeiros
Somos por vezes a falsidade de nosso consciente
E o vão de nossa existência
Os nossos sentidos nos levam a crer que vivemos em uma realidade
Nos leva a crer também que a humanidade é uma mentira de Deus

É tão fácil se culpar,
é tão fácil culpar Lúcifer,
e é tão fácil culpar a Deus

Estamos a beira do masoquismo
Estamos a beira do cume
que criamos de nossos costumes, com nossas palavras
com nossos olhares, com o nosso ego.

Afinal de contas onde está você ?
Afinal de contas, qual o propósito de piscar ?

Trabalhar para quê ?
Comer para quê ?
Amar, por quê ?

Matar para quê ?
Vegetar para quê ?
Odiar, por quê ?

Pra que jogar-se numa paixão ?
Pra que jogar-se na angustia numa escuridão ?

Vivemos apedrejando fatos alheios
Apedrejando atitudes de um semelhante
Vivemos apedrejando nossas vidas
Nos culpamos por estarmos só
Nos culpamos por sofrer, o que o outro nos causou
Aprendemos de tudo
E erramos ...

Após as cortinas estarem abertas
Ande sem medo do escuro
Procure a realidade
Ou pelo menos, desenhe em sua mente
E que os jogos comecem ...